Conheça alguns atalhos do teclado que tornam algumas atividades no Windows muito mais rápidas.
Os atalhos de teclado já são muito conhecidos e utilizados pelos usuários, pois facilitam muito na hora de acessar algumas ferramentas ou realizar atividades diárias mais rapidamente. Grande parte dos menus e funcionalidades de maior utilização dos sistemas operacionais traz um atalho associado.
Porém, com tantas opções oferecidas pelo SO, como saber qual combinação de teclas utilizar para que uma funcionalidade seja acionada mais rapidamente? Logo, selecionamos alguns atalhos que podem ser muito úteis no cotidiano dos usuários. Todos eles podem ser acessados sem problemas nos Windows XP, Vista e 7.
Atalhos e suas funções
Ctrl + seta para direita ou esquerda: O cursor pula uma palavra inteira por vez;
Ctrl + seta para baixo ou para cima: Move o curso para o início do próximo parágrafo ou do anterior;
Ctrl+Shift+seta para direita ou esquerda: Seleciona uma palavra inteira por vez;
Ctrl + Backspace: Apaga uma palavra inteira por vez;
Ctrl + Shift + Esc: Executa o Gerenciador de tarefas do Windows;
Ctrl + Shift + T: Reabre as abas fechadas em um navegador;
Ctrl + Esc: Mostra o Menu Iniciar do sistema;
Ctrl + H: Abre o histórico do navegador ou Windows Explorer;
Ctrl + I: Abre a lista de favoritos do navegador;
Ctrl + W: Fecha aba atual no navegador;
Shift: Quando um CD/DVD é inserido no leitor - Impede a reprodução automática;
Shift + Home ou End: Seleciona uma linha completa. As teclas Home e End devem ser usadas dependendo da posição em que o cursor se encontra e do trecho que você deseja selecionar;
Shift + F10: Função correspondente ao clique do botão direito do mouse sobre os objetos selecionados;
Windows + M: Minimiza todas as janelas;
Windows + L : Bloqueia o computador, indo para a tela de logon;
Windows + Pause/Break: Exibe as propriedades do sistema;
Windows + D: Mostra a Área de trabalho;
Windows + Shift + M: Restaura todas as janelas minimizadas;
Windows + E: Executa a opção Meu Computador;
Windows + F: Abre a Pesquisa do Windows;
Windows + R: Exibe a opção Executar do sistema;
Windows + U: Abre o Gerenciador de Utilitários;
Alt + PrtScn: Tira um screenshot apenas da janela ativa;
Alt + Enter: Exibe as propriedades do arquivo selecionado;
Alt + Esc: Percorre a janela dos aplicativos em execução na ordem em que eles foram executados;
F2: Quando um arquivo estiver selecionado, esse atalho permite renomear o documento;
Entenda melhor quais são as diferenças entre as versões e em que máquinas cada uma se aplica.
Ao baixar um programa para seu Windows, quantas vezes você já reparou que existem versões distintas: 32 bits e 64 bits? A partir de então, o mínimo que você deve saber é a versão instalada em sua máquina para não gerar conflitos no sistema. Mas ao adquirir um novo computador ou formatar o seu, como saber qual versão do Windows é mais adequada para cada caso e quais são as diferenças entre elas?
O que muda?
Basicamente, a diferença entre a versão 32 e a 64 bits do Windows é a capacidade de processamento que cada uma delas suporta. Enquanto a 64 utiliza o desempenho máximo dos processadores de 64 bits, a versão 32 dos sistemas operacionais extrai uma capacidade equivalente de processadores 32 ou 64 bits, desde que possuam o mesmo clock.
Antes de gerar mais dúvidas, é preciso entender a diferença entre os processadores de 32 e 64 bits. Atualmente, a maioria dos processadores possui uma arquitetura para operar em 64 bits, logicamente, superior aos de 32 bits. Porém, de nada adianta possuir um processador com arquitetura para 64 bits se o sistema operacional (Windows) suporta apenas 32 bits de processamento.
A versão 64 bits é melhor para todos os casos?
Não! Na verdade, ela é melhor apenas para os computadores que atendam aos seus requisitos da máquina e às aplicações do usuário. Embora limite sua capacidade, a versão 32 bits do Windows suporta um processador 64, mas a versão 64 não funciona com um processador de 32 bits.
Os bits de um processador não se referem à sua velocidade, mas sim à quantidade de informação que ele leva em cada viagem, logo, é necessária mais memória RAM para potencializar essa capacidade. Utilizar um Windows 64 com pouca memória RAM implica em uma menor eficiência da máquina, no entanto, esta versão é capaz de reconhecer mais memória RAM do que a versão 32 bits.
A velocidade do processamento dos dados é determinada pelo clock do processador, e não pela sua arquitetura. Em suma, ao utilizar programas leves ou que não sejam desenvolvidos para o novo padrão de processamento, geralmente os mais antigos, a diferença de velocidade é nula ou muito pequena.
O Windows 64 bits é capaz de rodar programas desenvolvidos para 32 bits, assim como o Windows 32 bits também roda programas desenvolvidos para 16 bits. No entanto, o Windows 64 não é capaz de executar programas em 16 bits, mesmo em modo de compatibilidade. Ou seja, quem utiliza programas antigos pode perder a sua compatibilidade ao adquirir versão 64 bits.
Quando utilizar?
Antes de ficar em dúvida sobre qual sistema operacional utilizar, o usuário precisa estar ciente da configuração da sua máquina. Além de saber a arquitetura do seu processador, ele precisa contar com uma quantidade recomendável de memória RAM, 4 GB para o Vista.
O usuário também deve se questionar quanto ao uso de seu computador, a diferença será evidente apenas em aplicativos pesados e em programas apropriados para a tecnologia 64 bits. Como os drivers da versão 64 bits são diferentes dos da 32, configurar componentes antigos no Windows 64 pode não ser possível.
Resumindo:
Para rodar aplicativos leves em uma máquina de configuração simples, recomenda-se utilizar uma versão 32 bits do Windows. Aqui se encaixam usuários de internet, processadores de texto, jogos simples e a imensa maioria dos programas comuns.
Já os computadores que trabalham com grandes aplicações gráficas ou processos trabalhosos obtêm um rendimento muito superior com as versões 64 bits, desde que possuam um hardware adequado para isso. Desenvolver grandes projetos com o AutoCAD, imagens em alta resolução com o PhotoShop ou extrair o máximo que os games de última geração têm a oferecer, são estes os diferenciais da versão 64 bits.
O Android é o Sistema Operacional para celulares, smartphones e tablets, desenvolvido pelo Google.
Existem outras plataformas de Sistemas Operacionais para celulares: o Symbian, o UIQ e o Windows Mobile. O Symbian deu origem ao S60, desenvolvido pela Nokia (e é encontrado também em aparelhos da LG, Samsung e alguns outros fabricantes). O UIQ que é encontrado em aparelhos da Sony-Ericsson e da Motorola e o Windows Mobile, é encontrado em muitos smartphones e o PalmOS.
Dos três, oSymbian é possivelmente o mais bem-sucedido, devido ao enorme volume de aparelhos onde ele é usado. O Symbian é o sucessor do Epoc, o sistema operacional usado nos antigos celulares Psion.
O ponto forte do Epoc é o fato de ele ser um sistema multitarefa, desenvolvido para ser usado em aparelhos com poucos recursos, aproveitando ao máximo os recursos oferecidos pelo hardware. Para você ter uma idéia, o Psion 5, o principal aparelho onde o Epoc foi utilizado, utilizava um processador de apenas 36 MHz, que tinha um desempenho mais de 10 vezes inferior ao dos processadores ARM usados nos aparelhos atuais e, mesmo assim, era capaz de rodar aplicativos sofisticados, incluindo um navegador completo.
Em seguida temos o Windows Mobile que é o preferido por muitos devido à certa similaridade com as versões do Windows para desktops e devido à integração com o Outlook e outros aplicativos da Microsoft. Ele é mais pesado e por isso restrito aos aparelhos com mais poder de processamento, mas mesmo assim é usado em um número surpreendentemente grande de aparelhos e conta com uma boa coleção de softwares. Ele é, por enquanto, o único sistema mobile que já conta com uma versão do Skype, por exemplo.
O Android é um sistema operacional open-source, que pode vir a se tornar a plataforma dominante entre os smartphones ao longo dos próximos anos. O Android tem tudo para conquistar espaço rapidamente, pois agrada a 4 públicos diferentes, que possuem interesses muitas vezes antagônicos: os fabricantes de celulares, os desenvolvedores, os fabricantes de chips (incluindo a Intel) e tem tudo para agradar também os consumidores.
Agrada os fabricantes, pois, é um sistema open-source, bem construído e que poderá ser usado sem custo nos aparelhos, ao contrário de sistemas como o Symbian e o Windows Mobile, usados atualmente. Agrada os desenvolvedores, pois, tem uma SDK aberta, que permite desenvolver aplicativos facilmente, diferente de plataformas fechadas, como o iPhone.
O Android agrada também aos fabricantes de chips, pois adiciona novos recursos aos celulares, o que aumentará a procura por processadores mais rápidos, impulsionando o desenvolvimento e a venda de novos produtos. Como o sistema é open-source, existe a possibilidade de portá-lo para diferentes plataformas conforme necessário, assim como no caso do Linux, que roda tanto em micros PC, quanto em clusters de servidores e em smartphones.
Toda essa combinação pode dar origem a aparelhos melhores e possivelmente também mais baratos que os atuais (devido à economia de escala), o que naturalmente tende a agradar a nós consumidores.
O Google tem investido pesado no desenvolvimento do Android, não apenas montando uma boa equipe de desenvolvimento e investindo em contatos com fabricantes e na divulgação do sistema, mas também oferecendo prêmios para os desenvolvedores que criarem os aplicativos mais originais para a plataforma
Você pode se perguntar o que o Google ganha investindo no desenvolvimento de um sistema operacional open-source para celulares apenas para distribuí-lo de graça depois. A resposta é que os aparelhos móveis são uma área bastante estratégica para o Google, pois permitirá levar seus produtos, como o Gmail, Google Maps, Google Docs, sem falar na própria pesquisa aos celulares, atingindo um público muito maior.
Talvez você ainda esteja coçando a cabeça, já que todos estes aplicativos são gratuitos, de forma que o Google não receberia nada pelo uso deles nos celulares. É aí que você se engana. O mercado de publicidade na web está crescendo rapidamente, superando mídias tradicionais, como a televisão, jornais e as revistas impressas e o Google é a maior força dentro do ramo de publicidade online.
O Android é, sob diversos ângulos, uma antítese do iPhone. Enquanto a Apple optou por manter um controle estrito sob sua plataforma, impondo restrições aos desenvolvedores e controlando a distribuição dos aplicativos, o Google optou por seguir o caminho oposto, criando um sistema aberto e incentivando a criação de aplicativos para a plataforma, inclusive com prêmios em dinheiro.
O Google também oferece a Android Market, que é a loja para comprar e baixar aplicativos para Android e instalar no seu aparelho. Inicialmente a AndroidMarket era disponibilizada semente nos smartphones. Agora, o Google lançou a versão web do Android Market. O que já está dando o que falar entre os concorrentes.
Os desenvolvedores podem publicar seus aplicativos diretamente no Android Market, sem precisarem primeiro passar por um processo de aprovação. Essa desburocratização do processo tende a fazer com que ele conte com um maior volume de aplicativos a longo prazo. Nada impede, também, que os desenvolvedores disponibilizem seus aplicativos diretamente, fora do Android Market.
Inicialmente, o Android Market contém apenas aplicativos gratuitos, mas eventualmente o sistema passará a permitir também a disponibilização de aplicativos pagos, que também são necessários dentro de qualquer ecossistema saudável, atendendo a nichos específicos. No caso dos aplicativos pagos, o trato será similar ao usado na AppStore, com a renda sendo dividida entre o desenvolvedor e o Google. Acesse: https://market.android.com/
Vários fatores podem fazer seu computador travar, aprenda a identificá-los e a resolvê-los sem apelar para medidas drásticas.
Se o computador trava sem motivo aparente, um usuário destreinado simplesmente espera ele voltar a responder ou o reinicia. Isso resolve o problema momentaneamente, porém a tendência é que ele volte a acontecer. Em muitos casos não é preciso formatar o computador, às vezes basta desinstalar um programa ou fazer uma varredura com o antivírus para acabar com o incômodo.
O começo da investigação: Software
O que você deve fazer quando seu PC travar pela primeira vez é pensar em quais as últimas alterações realizadas que poderiam ter causado o problema. Os exemplos mais comuns são: instalação de um programa, download de anexo, visita a uma página suspeita, troca de componentes do hardware e atualização de um software.
Quais itens você deve verificar? Quais são os itens que fazem seu computador travar? O que fazer?
Memória RAM;
Disco Rígido cheio;
Programas;
Vírus, malwares e problemas e registro;
Operação pente fino: Hora de verificar o hardware;
Uma nova vulnerabilidade de segurança foi descoberta nos sistemas operacionais Windows. Desta vez uma falha no manipulador MHTML (MIME Encapsulation of Aggregate HTML) permite que scripts sejam injetados (via Internet Explorer) em sites aparentemente confiáveis, resultando em exposição de dados do usuário. O problema afeta todas as versões do Windows - Windows XP (SP3), Windows Vista, Windows 7, Windows Server 2003 e Windows Server 2008 (R2). Enquanto a Microsoft não lança uma atualização de segurança para resolver o problema, a recomendação é que os usuários configurem o nível de segurança do Internet Explorer em “Alto”.