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terça-feira, 30 de agosto de 2011

Processadores ARM: Podem mudar o rumo dos dispositivos eletrônicos?

“Por muitos anos, desenvolvedores da área de computação de alta performance tiveram poucas escolhas graças a arquitetura x86. O projeto Denver liberta PCs, estações de trabalho e servidores da hegemonia e ineficiência dela”.

A afirmação anterior é de Bill Dailly, VP de Pesquisa da NVIDIA, e é muito provável que, graças ao trabalho de pesquisa no qual está envolvido, o mundo da tecnologia esteja iniciando uma nova revolução capaz de ampliar sem precedentes as possibilidades para os usuários,que passam a ter verdadeiros supercomputadores na palma da mão.

Isso pode ser possível graças ao desenvolvimento da arquitetura ARM (Advanced RISC Machine) de processamento, tecnologia existente desde a década de 80 e atualmente voltada para dispositivos portáteis. A novidade é que estamos muito próximos de conhecer microprocessadores ARM capazes de obter um desempenho tão eficiente quanto o do computador mais potente que você tem em sua casa.

Mas como isso é possível? Qual o mistério existente por trás dessa revolução silenciosa e quais são as empresas que podem se beneficiar delas nos próximos dois anos? É hora de entender por que os processadores ARM podem representar uma mudança de paradigmas no mundo tecnológico.

Duelo de arquiteturas: X86 x ARM

A arquitetura ARM não é exatamente uma novidade, pelo contrário. Criada em 1983, ela está prestes a completar três décadas de existência e vê agora as suas possibilidades ampliadas. Desenvolvida pela inglesa Acorn Computer Limited, foi à época o primeiro processador RISC criado para uso comercial.

Até então, a maioria dos computadores utilizava a arquitetura CISC, com suporte instruções complexas, simultâneas e de execução mais lenta — mas que resultavam em códigos menores, pela simplificação da estrutura de programação decorrente e menos entradas e saídas (diminuindo assim a necessidade de memória).

Os RISC, por outro lado, visam a simplificação dessas instruções, com o intuito de atingir a máxima eficiência por ciclo (podendo realizar tarefas menores com processos mais curtos) e uma maior ordenação das operações dentro do núcleo de processamento.

Por terem um número menor de circuitos internos, os RISC também podem trabalhar com clocks mais altos. Cabe observarmos, no entanto, que as divisões entre estes dois termos estão se tornando cada vez mais nebulosas, uma vez que os processadores modernos já combinam as duas linhas em suas diferentes camadas de hardware.

Hoje, a tecnologia ARM é administrada pela ARM Holdings, que licencia o projeto a grandes empresas (ou governos, como o da China) que queiram desenvolvê-lo em chips próprios. É importante observarmos que mudanças benéficas desenvolvidas por terceiros podem ser incorporadas à arquitetura — ao contrário do que se vê no caso da x86.

Os processadores ARM representam hoje a maioria absoluta em equipamentos portáteis. iPhone, Palm Pre, calculadoras, smartphones e até mesmo alguns notebooks utilizam essa tecnologia para as operações de processamento.


No mercado de computadores, no entanto, ainda persiste a arquitetura x86 com as extensões x64, principalmente por razões de compatibilidade de software. A questão é que o código das duas é binariamente incompatível, o que torna inviável a execução do Windows 7 no ARM, por exemplo, ainda que programas de menor porte possam ser adaptados.

A arquitetura x86 pode ser considerada como de alta complexidade, por apresentar diversos estágios de processamento de dados (como o carregamento de informações, a decodificação, alocação de memória, entre outros) e possuir microcodes, responsáveis pela interpretação das instruções, transformando-as em processos físicos.

Como resultado desse conjunto mencionado acima, o que se tem é o alto desempenho, mas que infelizmente vem acompanhado de um maior consumo de energia e também da necessidade de mais espaço físico, tornando-os completamente incompatíveis com a proposta de aparelhos portáteis.

Assim, a indústria na maioria das vezes prefere abrir mão de potência e desempenho brutos em prol de portabilidade e da maior eficiência dos dispositivos, características que a arquitetura ARM é capaz de proporcionar com melhores resultados. É por isso, por exemplo, que recursos como multitarefa, demoraram um pouco mais a aparecer nos smartphones, assim como a evolução gráfica dos games também é inferior ao que os desktops e notebooks são capazes de exibir.

Afinal, qual é a novidade do ARM?

Depois de décadas de pesquisas e investidas, as técnicas ARM finalmente estão despertando o interesse das gigantes dos computadores (caso da Microsoft, que agitou a CES 2011 com seu anúncio, tratado adiante). Com a alta eficiência da arquitetura somada à liberdade propiciada pelos equipamentos de maior porte, o que surgirá será um processador verdadeiramente potente, quem sabe até de menor custo.

O Project Denver, da NVIDIA, também traz consigo um processador gráfico dedicado, eliminando parte da complexidade de hardware (por serem eliminados chipsets, portas e outros controladores externos) e abrindo espaço para operações mais rápidas, geradas em um único local.

Em termos práticos, veremos computadores extremamente velozes (que podem sim ser amparados por outros núcleos externos, como as atuais placas de vídeo dedicadas), enquanto fabricantes de notebooks e netbooks encontrarão a ferramenta perfeita para criar produtos mais leves, finos e portáteis, com maiores durações de bateria — algo que se aplica também ao mercado de celulares.

Vale lembrar que a NVIDIA é apenas uma das empresas à frente do conceito de superphones. Grandes corporações como Samsung e Qualcomm também já possuem produtos no mercado compatíveis com essa estrutura de processamento.

O ARM pode matar o x86?

No mundo da tecnologia, é muito complicado fazer qualquer afirmação definitiva nesse sentido. Entretanto, analisando apenas a teoria, a resposta para essa pergunta é sim. Porém, se isso acontecer, muito provavelmente não será nos próximos cinco anos, já que muito desse esforço dependerá da própria indústria.

Durante a CES 2011, em sua conferência, a NVIDIA utilizou dois exemplos para explicar o que pensa do momento atual do desenvolvimento tecnológico. Na década de 90, o sistema operacional Windows 95 representou uma grande evolução ao ampliar as possibilidades da computação para todos os usuários.

Na década passada, foi a vez de integrar os sistemas operacionais com a internet, conectando o mundo todo. Segundo a empresa, a bola da vez é levar as possibilidades da internet e dos computadores para as ruas, com a mobilidade. Assim, o usuário terá em seu bolso antes de tudo um computador, que também terá as funções de um telefone.

Contudo, para que isso seja possível, é preciso também que os usuários adotem a nova tecnologia e, historicamente, esse processo está acontecendo cada vez mais rápido. Dois exemplos rápidos: em pouco mais de um ano o Windows 7, lançado pela Microsoft, já representa mais de 30% do mercado entre os SOs da empresa.

O mesmo acontece com o Android, que têm as suas versões atualizadas com muita velocidade e em pouco menos de 2 anos já conta com uma base de 60 milhões de usuários somente nos Estados Unidos. Assim fazendo uma projeção simplista, a partir do lançamento dos primeiros modelos em 2011 e consequente integração com novos sistemas operacionais em 2012, caso o produto caia no gosto popular, é provável que até 2015 ele já possa representar pelo menos ¼ dos smartphones em utilização.

Empresas que saem na frente

Os primeiros modelos de superphones a chegar ao mercado utilizarão o Android como sistema operacional. Entretanto, para que a adoção seja completa e as possibilidades sejam maiores, o natural seria utilizar os mesmos SOs dos desktops para os superphones. Os exemplos são diversos, tais como Linux e Windows CE, mas nenhum representa sucesso comercial.

E é justamente na questão de sucesso e apelo de público Microsoft. Causou surpresa ao público da CES o fato da NVIDIA anunciar que a empresa já está desenvolvendo um sistema operacional capaz de ser executado na arquitetura ARM. A novidade deve chegar ao mercado em 2012.

Qual seria esse sistema? Provavelmente o Windows 8. A utilização de uma nova arquitetura justificaria o fato de o intervalo entre o lançamento do Windows 7 e a próxima versão do SO da Microsoft serem tão curtos. Dessa forma, computadores e celulares poderiam rodar o mesmo sistema operacional, em um curto espaço de tempo, e com um grande volume de usuários adotando-o imediatamente.

E quanto a gigante Google? A convergência de sistemas operacionais coloca a empresa numa posição relativamente cômoda, porém, a indecisão entre um ou outro pode acabar pesando negativamente no futuro. Tanto o Android como o Chrome OS já são capazes de rodar sobre a arquitetura ARM.

A dúvida sobre o posicionamento que a empresa irá adotar é a seguinte: O Android é a melhor opção para ser adaptado para notebooks e desktops ou o Chrome OS poderia migrar para os celulares? A empresa precisará matar um dos seus dois produtos integrando-os ou a separação é a melhor alternativa? Afirmar qualquer uma das opções, ao menos por enquanto, é dar um tiro no escuro.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Processador em chamas! Quais os efeitos que a alta temperatura causa no processador?

Neste artigo, vamos abordar quais são as principais causas que geram o superaquecimento dos processadores e componentes de um computador, como você pode se prevenir e quais são as conseqüências geradas se este problema não for combatido.

Assim como todas as demais partes do seu computador, o processador esquenta durante o uso. Se este calor for excessivo, poderão ocorrer diversas manifestações de instabilidade no sistema, variando desde travamentos ocasionais em dias calorosos a casos mais graves, como a queima do componente.

O processador, por estar em uso contínuo, deve ser constantemente refrigerado, caso contrário atingirá temperaturas elevadas, podendo chegar facilmente a 100ºC. Existem vários fatores que fazem com que o processador trabalhe em temperaturas acima do normal. Veremos agora quais são eles:

Problemas e Prevenções
Quais são os fatores que fazem o processador esquentar demais.


Cooler

O principal componente na refrigeração do processador é o cooler. Ele é o conjunto de um dissipador de calor acoplado de uma ventoinha (também chamada de fan). Você deve tomar cuidado se ele estiver apresentando ruídos excessivos, pois isso indica que ele não está trabalhando normalmente, e que está fazendo muito esforço.

Você deve ficar atento também se for trocar o processador. Se não vir nenhum cooler junto do novo processador (o que não acontecem modelos Box), você deve ter certeza de que o atual da sua máquina suporta o processador novo. Caso contrário, você terá sérios problemas com o funcionamento.


Pasta Térmica

Outro item importante é a pasta térmica. É ela que transmite diretamente o calor gerado pelo processador para o dissipador de calor, que então é resfriado pela ventoinha do cooler. Geralmente os computadores já vêm com o tipo e quantidade de pasta térmica necessária para o devido resfriamento, mas existem algumas marcas e modelos que são melhores e podem ajudar a melhorar a temperatura do processador.

Se algum dia você resolver tirar o cooler e sem querer retirar a pasta térmica do dissipador de calor, EVITE ligar o computador sem a pasta térmica. Ela é essencial para o resfriamento do processador.


Organização Interna do Gabinete

A forma como os cabos estão dispostos dentro do gabinete do computador fazem muita diferença Note se há circulação de ar no interior do gabinete e se os cabos dentro dele não estão desarrumados, de modo que não permitam o ar circular.

Nas imagens abaixo podemos ver um exemplo de como você NÃO deve deixar os cabos dentro do seu computador:


Conseqüências
Seu processador pode queimar de verdade.

Os resultados da alta temperatura do processador podem ser os mais diversos. O mais comum é ocorrer o travamento (freeze) do sistema operacional ou o reset (reinicialização) da máquina. Isso  também faz com que diminua da vida útil do processador.

Se o seu computador não possuir nenhum dispositivo de segurança contra superaquecimentos, o que hoje é comum em praticamente todas as máquinas disponíveis no mercado, seu processador poderá até mesmo queimar!

Muitas vezes, o descuido com a temperatura do processador pode fazer com que o PC fique inutilizável. Felizmente, existem algumas soluções caso você venha a ter problemas de aquecimento excessivo, como, por exemplo, melhorar a temperatura interna do gabinete, o que conseqüentemente facilitará a refrigeração do processador.

Dicas para evitar o aquecimento
Algumas dicas para resfriar seu gabinete.


Instale novos coolers

Algo que pode ajudar a diminuir a temperatura dentro do gabinete é a instalação de coolers de exaustão.  Alguns modelos são instalados em slots localizados atrás do gabinete, e outros na lateral (como é o caso do cooler da imagem ao lado). Eles servem para retirar o ar quente de dentro do computador. Esta é uma opção fácil de aplicar e que pode ser útil. Apenas fique atento se o ar expelido é realmente quente, pois se for frio significa que ele pode estar prejudicando a refrigeração do sistema.


Troque o Cooler Principal

Outra solução para diminuir a temperatura do processador é trocar o cooler. Os coolers que vêm por padrão com os processadores são suficientes, mas não chegam a ter potência de sobra. Hoje, existem vários modelos e marcas diferentes que podem melhorar bastante a refrigeração do processador. Um bom exemplo, que não tão barato, é o Water Cooler, um sistema de refrigeração que utiliza a água ao invés de ventoinhas.


Resfrie-se!

O ambiente também pode influenciar. Ou seja, se a sala em que você está é bem refrigerada, o computador  sofre menos. Você pode então instalar um ar condicionado na sala em que usa o computador para ajudar a diminuir a temperatura. Esta talvez não seja a opção mais barata.


Aplicativos
Programas que monitoram o computador.

Existem alguns programas que monitoram a temperatura não apenas do processador, mas de todo o seu computador. Há também softwares que fazem Stress Testing (teste de esforço) para verificar como o PC se comportará em condições extremas – as quais são de grande importância para observar o funcionamento adequado.


Setup

O mais simples de todos, e que já vem por padrão em todos os computadores, é o Setup. Para entrar nele basta pressionar a tecla DEL após ligar a máquina (em alguns PCs o botão pode ser diferente). Ele possui opções que mostram como está a temperatura do seu processador. Esta opção se localiza no menu “PC Health Status”, e informa a temperatura do processador, além da temperatura dentro do gabinete e da velocidade do cooler do processador.

O ponto mais interessante do setup é que podemos especificar uma temperatura máxima que o processador poderá atingir. Caso ele atinja essa temperatura, o setup ativa recursos de segurança, como em alguns casos em que o computador começa a emitir bips. Alguns outros modelos de placa-mãe permitem habilitar uma opção que desliga o computador se a temperatura limite for atingida.

Você deve tomar cuidado caso queira usar alguma das opções acima citadas, pois se especificar uma temperatura muito baixa, o sistema começará a apitar ou desligará sem haver necessidade.

Apesar de ser funcional, esta opção do setup não é a mais indicada, visto que ela é capaz de monitorar seu sistema apenas quando acabamos de ligá-lo, sem poder verificar como ele ficará quando a máquina fizer maiores esforços.


Everest

O Everest é um dos programas mais conhecidos quando se fala em monitoramento do sistema. Ele informa a você praticamente tudo a respeito do seu computador – além, é claro, da temperatura do seu processador. O Everest não é gratuito, mas há um outro programa que pode ser tão funcional quanto ele: System Information for Windows.


HWMonitor

Outro programa interessante é o HWMonitor. Ele é pequeno e funcional, mas não fornece tantas informações do seu computador quanto o Everest ou o System Information for Windows fornece,m porém, ele é grátis.

Contudo, não basta apenas monitorar o computador enquanto estiver simplesmente navegando pela internet. Deve-se ficar atento ao funcionamento dele em momentos extremos.


CPU Burn

Existem alguns programas que simulam situações que exigem o máximo do nosso computador, e é interessante observar seu comportamento nessas situações.

Um exemplo de programa que faça isso é o CPU Burn. Ele faz seu computador esforçar-se para testar a estabilidade do sistema em momentos de stress. Para obter mais informações sobre o programa clique aqui.


Lenha na Fogueira

Afinal, qual é a Temperatura Máxima dos processadores?

Geralmente, a temperatura máxima está entre 60ºC e 75ºC. Em alguns casos ela chega aos 80ºC e em outros ainda até os 100ºC! Tudo vai depender da marca e do modelo do processador que seu computador possui.

Para saber qual é o modelo do seu processador, você pode usar o Everest ou o System Information for Windows. Feito isso, recomendamos que você dê uma olhada no site do fabricante do modelo. Lá, você certamente encontrará as especificações necessárias para saber se está tudo em dia com seu processador.

Enfim, é importante ficar de olho na temperatura do processador. Qualquer sinal de comportamento estranho – travamentos e reinicialização – pode estar relacionado ao superaquecimento do processador (seja do computador ou da placa de vídeo), e se você não tomar cuidado acabará desembolsando mais dinheiro do que gastaria em um cooler novo.

Espero que o artigo tenha sido útil. Obrigado pela leitura, e fique sempre atento aos novos artigos do Terabyte Informática!

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Novos processadores Core Intel: Você sabe o que eles podem fazer?

A segunda geração da família Core (i3, i5 e i7) já está nas lojas com novas funções e processamento até duas vezes mais rápido.

Quem já tentou editar algum vídeo no computador sabe das atuais dificuldades. Por serem pesados, eles demandam tudo e um pouco mais dos processadores. Para os profissionais que trabalham com isso, criar efeitos, trabalhar com computação gráfica ou converter vídeos de um formato para outro, se transforma em uma verdadeira dor de cabeça. Mas com a nova geração da família Core, lançada no começo deste ano, esse problema virou coisa do passado.

"Hoje você consegue fazer uma conversão de vídeo até duas vezes mais rápido do que com a tecnologia anterior", explica Marcelo Gonçalves, gerente de produtos da Intel Brasil.

Toda essa diferença de desempenho foi conseguida com um chip mais moderno, com tecnologia de 32 nanômetros, capaz de lidar com tarefas super pesadas. Segundo Américo Tomé, gerente de novas tecnologias da Intel, a grande novidade dessa arquitetura é ter colocado no mesmo silício o processamento tradicional e processamento gráfico. "São vários detalhes técnicos que viabilizam o aumento de performance, sem impactar no consumo de energia", afirma.

Além dessa diferença impressionante de desempenho, a nova família Core traz ainda novas funcionalidades. A primeira dela é o chamado Intel QuickSync, para transferência de arquivos pesados de maneira rápida e sem fio; e a Wireless Display, para executar vídeos de um notebook em HD para a televisão, sem a utilização de cabos.

Fica o recado: Se você está pensando em comprar um novo micro, aposte em um que já venha equipado com a nova família de processadores. É garantia de desempenho inédito para sua vida digital.


quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

NVIDIA apresenta processador Tegra 3 no MWC 2011

Durante a Mobile World Congress (MWC), que aconteceu de 14 a 17 de fevereiro em Barcelona, maior evento de tecnologia móvel do mundo, a NVIDIA demonstrou o seu primeiro processador de quatro núcleos para dispositivos móveis, o Tegra 3 (codinome Kal-El; isso mesmo, o nome de batismo do Superman).

Segundo a NVIDIA, o novo processador é cinco vezes mais rápido do que o atual Tegra 2 e tem um motor gráfico GeForce com 12 núcleos que suporta resoluções de até 2560x1600.

Com a popularização dos smartphones dual-core, que deve ocorrer em 2011, é natural que se espere pelos quad-core em seguida. O analista da Ovum, Nick Dillon, afirma que “da mesma forma que processadores de 1GHz foram o padrão para os smartphones top de linha em 2010, todo top de linha em 2011 deve ter um processador dual-core. Nos devemos ver os primeiros processadores quad-core surgindo em smartphones no final do ano.”

O Tegra 3 deverá chegar ao mercado em agosto!




Fontes: